Agora num da mais pra aguentar!!!!Alerta geral???????


31/01/2008


Versículos de hoje

Não nos salvará a Assíria, não iremos montados em cavalos, e à obra das nossas mãos já não diremos mais: Tu és o nosso deus; porque por ti o órfão alcança misericórdia. [Oséias 14:3]

Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. [Filipenses 2:13]

Ola galera tudo bem, hoje fiquei sabendo de uma lei que esta para entrar em vigor:

Todo homem que violentar, estrupar....mulheres sera castrado[ou seja capado]

Pode ate ser um exagero mas é um bom castigo pra quem num tem vergonha na cara, não fazer aquilo que num gostaria que acontecesse com suas filhas.

porque esta lei vai entrar em vigor, porque as cadeias estão cheias de homens que violentam mulheres.

Quero deixar claro que isso so é um projeto de lei, ainda num foi aprovado como lei

quem concorda comigo me escreva, e que num concorda me de sua opinião no email[valmircvonet@bol.com.br]

mudei meu estilo de blogar[escrever mensagens] porque num aguento mais essa pouca vergonha que ta essa brasil

Ate a proxima!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 17:00
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24/01/2008


Mensagem de Fé

As tentações de Cristo - 5

Prof. Anísio Renato de Andrade


Quando andamos com Deus, passamos por lugares maravilhosos e também por locais perigosos e desagradáveis. Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo Diabo (Mt.4.1). Isto pode parecer muito estranho para nós, mas a tentação é necessária. Se não fosse assim, Adão e Eva também não seriam tentados. Deus permitiu a presença de Satanás no Éden para que a tentação acontecesse. Ele poderia ter colocado querubins cercando o jardim para que o inimigo não se aproximasse. Entretanto, era necessário que o homem tivesse oportunidade de pecar.

Se não houvesse tal possibilidade, o ser humano serviria a Deus como se fosse um robô programado para ser santo. Tendo chance de escolher entre dois frutos, o homem poderia ser um servo do Senhor por opção própria. Infelizmente, Adão e Eva fizeram a escolha errada e pecaram.

Da mesma forma, Jesus precisava ter oportunidade de pecar para que pudesse rejeitar o pecado. Assim, sua opção pessoal pela santidade seria demonstrada na prática. De fato, ele foi colocado em situação semelhante àquela do Éden. Por isso, foi chamado "o último Adão" (I Co.15.45).

Isto não significa que devamos criar oportunidades para pecar. De modo nenhum. Entretanto, o certo é que as oportunidades surgirão sem que as criemos. Muitas tentações são meramente humanas (Tg.1.13-15). São criadas pela própria pessoa, ou por outras, sem que haja alguma participação demoníaca. Os homens caem sozinhos com tanta facilidade que o Diabo nem sempre precisa comparecer.

A tentação ocorre, não para que Deus nos conheça através das nossas escolhas, mas para que nós nos conheçamos. De fato, não sabemos o quanto somos fortes ou fracos, a não ser que sejamos tentados. É um tipo de teste para a nossa fé, amor, compromisso e fidelidade. Certamente, Jesus já se conhecia de modo suficiente, mas ele precisava demonstrar na prática seu compromisso com o Pai, em obediência concreta. Em situações assim, o Diabo também passa a nos conhecer melhor. No livro de Jó aprendemos que o inimigo tem idéias erradas a respeito dos servos de Deus (Jó 1.9-11; 2.4). Quando vencemos a tentação, Satanás é derrotado e envergonhado.

A tentação de Cristo foi importante ainda por outro motivo: ele precisava passar por situações semelhantes às nossas. Se ele nunca fosse tentado, não seria nosso legítimo representante. "Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados" (Heb.2.17-18).

O tentador e suas artimanhas

Satanás é persistente. No texto de Mateus 4, vemos três tentações consecutivas. O inimigo não desiste facilmente. Mesmo no final, ele se ausentou só por algum tempo, até que houvesse outro "momento oportuno" (Lc.4.13). Durante a vida de Jesus, outras tentações aconteceram, até mesmo quando estava na cruz (Mt.16.22-23; 27.40-44). Outros exemplos da insistência diabólica estão na história de Jó e na visão de Apocalipse 12.

O Diabo é ardiloso e utiliza estratégias diversificadas. Começa de forma discreta, com aparência de amizade e vai se mostrando cada vez mais ousado. As tentações são de vários tipos, começando das mais "fracas" até as mais "fortes", das mais simples até as mais absurdas. Não é assim que fazem também os homens sedutores na conquista de suas vítimas? O caçador também é uma figura oportuna. Começa alimentando as aves para conquistar confiança ou garantir a freqüência das mesmas ao local de captura. Depois, elas se tornam alimento para o predador. A primeira tentação de Cristo, no deserto, envolvia simplesmente uma questão de pedra e pão, coisas comuns deste mundo. A segunda já evoluiu para questões espirituais, envolvendo Deus e o anjos. Depois, Satanás deixou os rodeios e pediu para ser adorado. Quanta ousadia!

As tentações fazem parte de um processo bem planejado pelo maligno. Jesus não se deixou envolver por suas ciladas, mas nós muitas vezes nos deixamos levar. A primeira tentação é "menos tentadora". Rejeitar um "falso pão" pode ser relativamente fácil. A última, entretanto, oferecia todos os reinos do mundo e a glória deles. Satanás aumentou bastante sua oferta na tentativa de "comprar" a obediência de Cristo e sua adoração, ao mesmo tempo em que ganharia também as almas de todos os homens, pois a obra da salvação estaria comprometida.

Nas nossas tentações também, o inimigo vai aumentando suas ofertas e testando nossa resistência. Algo semelhante aconteceu com o profeta Balaão. Inicialmente, rejeitou "o preço dos encantamentos" (Num.22.7), recusando a proposta de Balaque para amaldiçoar Israel. Depois, diante da promessa de ser grandemente honrado no reino de Moabe, Balaão cedeu (Núm.22.17; Jd.11; IIPd.2.15). Satanás é um negociador habilidoso. É um comerciante de almas humanas, com as quais deseja povoar o inferno.

Portanto, não podemos relaxar depois de uma vitória, pois um novo ataque virá e pode ser mais forte. Gideão venceu os midianitas (Jz.7.23-25) e resistiu a tentação do poder (Jz.8.22-23). Depois, foi derrotado pelas riquezas, pela religiosidade equivocada e pela prostituição (Jz.8.24-27). Sansão venceu milhares de filisteus, mas foi derrotado por uma mulher (Jz.16.19).

As tentações de Cristo foram o teste inicial do seu ministério. Tendo vencido, sua autoridade foi legitimada. Ele poderia então falar abertamente contra o pecado, pois ele mesmo tinha sido tentado, mas não pecou. Nós também, embora tenhamos cometido muitos pecados, não estamos fadados a repeti-los. Está escrito que é possível vencer: "Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar" (I Co.10.13).

Sempre que vencemos uma tentação ficamos mais experientes. Se pecarmos, daremos exemplo para que outros pequem. Cada vez que conseguimos evitar o pecado nos tornamos mais úteis no sentido de ajudarmos outras pessoas a evitarem aquele erro.

Neste mundo, corremos o risco de cair em várias tentações. Entretanto, não podemos aceitar isso como algo natural e inevitável. Não podemos desistir da luta contra a iniqüidade. O pecado é muitas vezes expresso pela palavra "queda". Façamos, portanto, uma analogia: as crianças caem muito, mas o adultos, raramente. Paulo disse que os coríntios eram "meninos em Cristo", visto que ainda caíam nas invejas e contendas (ICo.3.1-3). Na medida em que crescemos espiritualmente, nos tornamos menos propensos às quedas, embora não estejamos impossibilitados de cair. Se cairmos, devemos nos levantar e prosseguir, sem jamais desistir de caminhar.


Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor
do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil
e do Sebemge - Seminário Batista do Estado de Minas Gerais

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 17:01
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23/01/2008


As tentações de Cristo - 4

Prof. Anísio Renato de Andrade


Lemos, no evangelho de Mateus, que Jesus teve fome (Mt.4.2). Esse registro serve como uma das provas da humanidade de Cristo. Embora fosse Deus, ele também era plenamente homem (I Tm.2.5), estando sujeito, voluntariamente, às mesmas limitações físicas que possuímos.

Naquela tentação, quando Satanás sugeriu que Jesus transformasse pedras em pães, a proposta era que ele usasse seu poder divino, abandonando a condição humana. Naquele processo, descrito no capítulo 4 de Mateus, o Mestre estava nos dando exemplo de resistência diante dos problemas e das tentações. A situação envolvia todas as dificuldades próprias do deserto. Além disso, destaca-se a fome como um desafio de grande significado.

Se Jesus transformasse pedras em pães, seu exemplo perderia a utilidade para nós, pois jamais poderíamos, como homens comuns, fazer o mesmo. Não podemos dizer que Jesus venceu as tentações pelo fato de ser Deus. Se fosse assim, estaríamos licenciados para a prática do pecado, uma vez que não temos poderes divinos. Jesus não usou suas prerrogativas divinas em nenhum momento de tentação. Ele resistiu como homem, obediente e comprometido com o Pai, agindo de um modo que nós também possamos agir.

A hora da tentação.

Quando Jesus teve fome, o tentador chegou (Mt.4.2). A hora da necessidade é bastante oportuna para a tentação. Diante de uma carência real ou imaginária, legítima ou não, afetiva, financeira ou de outro tipo, o inimigo sempre tem uma proposta tentadora, uma oferta, uma solução imediata. Ele só não diz o preço ou a conseqüência.

Esaú vendeu seu direito de primogenitura no momento da fome (Gn.25.29). Seu apetite era algo legítimo. Saciá-lo era um direito. Entretanto, o preço era muito alto. Ele poderia comer mais tarde, mas o prato da tentação já estava pronto, em mãos. Muitas pessoas, na busca do suprimento de suas necessidades legítimas, acabam aceitando ofertas malignas que envolvem transgressão, pecado ou até mesmo o crime. Existem opções melhores, mas exigem esforço pessoal e podem demorar. Queremos soluções fáceis e rápidas. Este é o tipo de mercadoria que o Diabo oferece.

Eva, diante da árvore do conhecimento do bem e do mal, não tinha uma necessidade real, mas apenas imaginária. Ela não precisava daquela árvore, do seu fruto, ou do conhecimento que ele produziria. Assim também, muitas vezes ficamos envolvidos com falsas necessidades que podem se tornar laços espirituais. Por exemplo, uma menina de 13 anos não precisa de um namorado, mas ela imagina que sim, e isto pode ser a causa de um problema para a vida toda.

Muitas propagandas comerciais tentam criar falsas necessidades em nossas vidas. De repente, achamos muito necessária ou até fundamental a aquisição de determinado produto, seja um veículo, uma viagem, etc. Quem não se controla nessa área, acaba se comprometendo financeiramente e adquirindo muitas dores de cabeça.

A especialidade do inimigo é trazer rapidamente aquilo que precisamos ou pensamos precisar. É a hora da tentação. Se temos fome, ele nos traz um "falso pão", uma pedra que não poderemos digerir.

Satanás chega sorrateiramente, sem alarde. Ele vem com aparência pacífica, embora suas palavras sejam armas camufladas. Sua aproximação é um ataque disfarçado. No primeiro momento, ele não parece ameaçador. Mostra-se até interessado no bem estar do homem, sugerindo um alimento para matar sua fome. O inimigo das nossas almas se disfarça de amigo, ou até mesmo de anjo de luz, com o objetivo de nos enganar e destruir (II Co.11.14). Ele também usa pessoas com essa estratégia. São aqueles que, dizendo-se nossos amigos, querem nos conduzir ao pecado (Pv.1.10-11).

Precisamos estar atentos. Palavras são armas. Jesus foi atacado por Satanás no deserto. Foi um ataque verbal. Aquilo que ouvimos pode mudar nossa vida, quando acreditamos e aplicamos, seja para o bem ou para o mal. O maior problema é quando o mal parece inofensivo. Que mal existe em transformar pedras em pães? O mal está em seguir um conselho de Satanás. O propósito do inimigo era que Jesus, sendo filho de Deus, agisse de modo independente do Pai. Esta era também a essência da tentação no Éden. O fruto proibido traria conhecimentos que, supostamente, tornariam o homem igual a Deus e, portanto, independente dele.

Na hora da necessidade precisamos vigiar e dizer "não" às ofertas malignas. Geralmente, nós sabemos identificá-las. Nossa consciência nos alerta. Deus nos fala. A bíblia nos ensina. Nossos pais ou líderes nos aconselham.

Vivemos na sociedade do prazer e do imediatismo. Muitas vozes nos dizem que devemos realizar nossos desejos e, quanto mais rápido, melhor. Assim, alguém vai receber logo o pagamento. Se não era o momento apropriado para nós, problema nosso. Precisamos aprender a esperar o tempo certo. A paciência é uma virtude preciosa.

Se Jesus estava com fome, é certo que ele iria comer. Entretanto, não seria na hora escolhida pelo Diabo. Também não seria aceito o cardápio do inimigo. Jesus sabia esperar o momento certo e o alimento certo.

Tendo vencido o adversário, Jesus foi servido pelos anjos (Mt.4.11). É possível que eles tenham trazido o alimento celestial que Cristo esperava. Não precisamos comer as pedras do deserto. Na hora certa, Deus nos dará o suprimento para as nossas necessidades.


Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor
do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil
e do Sebemge - Seminário Batista do Estado de Minas Gerais

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 14:57
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Mensagem de Fé

As tentações de Cristo - 3

Prof. Anísio Renato de Andrade


Antes da sua manifestação pública, é provável que Jesus tenha trabalhado com José, na carpintaria. Chegou o dia, porém, quando ele abandonou tudo para fazer a obra do Pai celestial. Certamente, contrariou as expectativas da família e da sociedade.

Saiu para se encontrar com o primo, João Batista, às margens do rio Jordão, onde foi batizado (Mt.3). Depois, desapareceu por quarenta dias, durante os quais esteve no deserto se preparando para a tentação e para o ministério que se aproximava (Mt.4). Em seguida, deixou sua casa em Nazaré e mudou-se para Cafarnaum (Mt.4.13), onde começou a escolher seus discípulos.

Quando lemos a bíblia, inclusive a história de Cristo, não devemos imitar os fatos ali narrados, de modo literal e sem entendimento. Ninguém precisa largar o emprego e ir para o deserto. Precisamos, sim, seguindo as melhores práticas da hermenêutica, extrair princípios espirituais contidos no texto, aplicando-os à nossa vida, dentro do que for necessário e condizente com cada situação particular, dentro do nosso contexto histórico e cultural.

Nem todos vão abandonar o trabalho secular para se dedicarem ao ministério. Esta é uma questão que pode variar de pessoa para pessoa, dependendo da ordem de Deus para cada um. Por outro lado, o cristão não pode ser tão ocupado com as coisas materiais, sejam profissionais ou de outro tipo, que não tenha tempo para Deus e para a sua obra.

Jesus se afastou de tudo, durante quarenta dias, para se dedicar às questões espirituais. Precisamos fazer isso, de vez em quando. Todo o nosso tempo pertence a Deus, mas é bom que dediquemos uma parte dele, não necessariamente quarenta dias, de modo exclusivo para as práticas relacionadas à fé: seja a leitura, o estudo bíblico, o louvor, a adoração, a oração e o jejum. Naqueles dias, Jesus não fez nem o que consideramos "obra de Deus". Foi apenas um tempo de consagração total. Depois veio a obra (At.13.1-3).

Vejamos outros conceitos que podemos aprender do texto de Mateus 4 para aplicação na atualidade: Se Jesus foi tentado, nós também seremos (Heb.2.17-18). Não significa que passaremos por tentações idênticas às dele. Nunca seremos provocados a transformar pedras em pães ou a pular do pináculo do templo, ou a receber o controle sobre todos os reinos do mundo. Todavia, existem princípios espirituais em cada tipo de tentação e esses elementos estão presentes na nossa experiência, embora as tentações que enfrentamos sejam diferentes daquelas, numa escala menor. Também temos oportunidades para algumas "transformações" inadequadas, alguns "saltos" precipitados e muitas "ofertas" atraentes.

O inimigo que enfrentamos é o mesmo que o Mestre enfrentou. As estratégias e propósitos malignos ali detectados ainda se manifestam hoje.

Quando e como

As tentações de Cristo estão sempre relacionadas ao tempo e ao modo. Jesus haveria de comer pão (Mt.26.26), mas não naquela hora nem seguindo a "receita" no inimigo. Ele seria servido pelos anjos (Mt.4.11), mas não através de uma tentativa de suicídio. Ele teria o domínio sobre todos os reinos do mundo (Ap.11.15), mas não pelas mãos de Satanás. Tudo seria conquistado no tempo certo e da maneira correta. Jesus precisaria esperar, demonstrando paciência e perseverança, seguindo os trâmites normais, pagando o preço justo, dentro do itinerário previsto pelo Pai, sem atalhos ou caminhos alternativos.

Estes aspectos também permeiam as tentações que enfrentamos hoje. Muitas experiências da vida são necessárias e válidas, desde que aconteçam no tempo certo e do modo correto (Ec.8.5-6). Discernir o tempo e o modo é uma das maiores utilidades da sabedoria. A pressa e a precipitação fazem com que muitas pessoas antecipem fatos da vida, para os quais não estão preparadas. Por exemplo, podemos citar as relações sexuais precoces, fora do matrimônio, talvez seguidas pela gravidez indesejada que, em alguns casos, termina em aborto.

A hora e a maneira de se realizar algo serão fatores determinantes para que aquilo seja bom ou mau para nós (Ec.3.1-8).

Outra característica das tentações de Cristo é que todas estão relacionadas ao "eu". O inimigo sugere benefícios pessoais em cada situação, seja no caso dos pães, do socorro angelical ou do governo mundial. Aparentemente, o homem Jesus estaria usufruindo de tudo, como o centro das atenções. Entretanto, existe a vantagem de Satanás em cada fato, pois, em caso de realização daquelas ações, ele levaria o crédito. Dele seriam o planejamento e a direção. Teria, portanto, uma posição de autoridade sobre Cristo. No caso do controle sobre os reinos do mundo, Jesus seria o rei, mas Satanás seria ainda superior, em posição de "deus", pois haveria de ser adorado (Mt.4.9).

Portanto, em toda tentação ou pecado, por trás dos aparentes benefícios humanos, existe o ganho discreto, porém maior, de Satanás. Depois, o benefício acaba, mas o dano espiritual permanece. É o que acontece com alguns produtos que compramos. A mercadoria acaba, mas continuamos pagando as prestações. Cuidado! O sabor do pecado termina rapidamente, mas a culpa fica, as conseqüências permanecem e o castigo pode ser eterno, caso não haja arrependimento e conversão.

O inimigo utiliza coisas boas para tecer suas teias malignas. Nas três tentações observamos que ele procurou desviar o poder sobrenatural (Mt.4.3), a palavra de Deus (Mt.4.6) e a adoração (Mt.4.9) para alvos inadequados. Note-se a sutileza da tentação e o quanto devemos vigiar.

Pecam aqueles que usam o poder, mesmo dos dons espirituais, para obter vantagem pessoal.

Pecam aqueles que pregam a palavra de Deus com propósitos egoístas, com ganância e engano.

Pecam aqueles que tomam para si a adoração que é devida a Deus, usurpando a glória e a honra.

Pecam aqueles que adoram aos ídolos, porque está escrito: "Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto".

Vejamos outros aspectos importantes: O texto envolve o saber, o crer e o agir. A palavra de Deus era do conhecimento de Cristo, mas Satanás também a conhece de cor. A ignorância humana em relação às Escrituras já deixa o indivíduo em grande desvantagem diante do tentador. Quando ele diz "está escrito", precisamos ter uma resposta adequada.

Contudo, além de saber, é necessário crer. Jesus cria na bíblia, mas o Diabo também, assim como crê em Deus (Tg.2.19). Então a luta se trava em um nível mais alto. Satanás tenta se aproveitar da fé de Cristo, conduzindo-o a uma experiência sobrenatural ilegítima (Mt.4.6). Algumas pessoas, pelo fato de terem fé, querem mandar em Deus.

Depois, vem o campo das ações. Podemos saber e crer, mas isto de nada adiantará se falharmos na hora de realizar. Esse é o momento crucial do confronto com o mal. A palavra de Deus e a fé serão determinantes na nossa decisão de agir ou não.

Há tempo para esperar e há tempo para agir. A ação é muito estimulada na sociedade moderna, sendo, de fato, muito importante em diversos momentos. A preguiça e a inércia constante podem ser nocivas. Entretanto, precisamos tomar cuidado com o ativismo, pois muitos atos podem ser pecaminosos, ainda que pareçam positivos.

Cabe aqui uma reflexão sobre as obras mortas: agir sem conhecimento, agir sem fé ou fazer sem ser.

É bom notar que Jesus não agiu na hora em que o inimigo queria. Ele não transformou pedras em pães, não pulou do templo, não se prostrou para adorar, nem assumiu o governo mundial.

Em algumas situações, devemos nos abster da ação. Jesus se manteve impassível, quieto, esperando o tempo determinado pelo Pai para realizar as suas obras (João 2.4). Ele não foi precipitado nem um ativista inconseqüente.

Muitos servos de Deus erraram por não saberem esperar. Como exemplos notáveis de precipitação podemos citar: Abraão, quando gerou Ismael; Moisés, ao matar o egípcio; e Pedro, que cortou a orelha de Malco.

Na continuação do capítulo 4 de Mateus, lemos sobre o início do ministério de Jesus. Então, ele começou a cumprir uma "agenda" repleta de atividades voltadas para o evangelismo, a cura, a libertação e o discipulado. Chegou a hora de trabalhar.

O tempo da espera é uma época de tentações, quando o Diabo nos estimula à ação antecipada.

Cristo venceu Satanás. Sua vitória é o ápice do que podemos aprender daquele episódio, indicando que nós também podemos vencer. Não precisamos ser derrotados, porque "maior é o que está em nós do que aquele que está no mundo" (I João 4.4).


Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
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Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 14:56
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Mensagem de Fé

As Tentações de Cristo - 2

Prof. Anísio Renato de Andrade


"Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Mt.4.1-4).

Depois de jejuar quarenta dias, em "retiro espiritual", longe de tudo e de todos, Jesus estava faminto. Usamos a expressão "fome" quando ficamos algumas horas sem comer. Entretanto, Cristo esteve muitos dias em jejum e precisava se alimentar. Ele sentiu o que sentem os miseráveis da nossa sociedade, quando lhes falta o mantimento.

O texto fala de dois alimentos: o pão e a palavra. Portanto, estão em foco duas dimensões da vida humana: física e espiritual. Muitas vezes, focalizamos apenas o que é terreno e esquecemos o celestial. Vivemos correndo atrás do nosso sustento material e deixamos em segundo plano o alimento do espírito. Valorizamos o que é temporal e desprezamos o eterno.

Jesus disse: "Nem só de pão..." Muitos buscam só o pão, o alimento perecível. Assim, o espírito dessas pessoas fica debilitado ou pode ser que esteja morto. Por outro lado, Jesus não disse que o homem viverá sem pão. Portanto, precisamos dos dois: do pão e da palavra de Deus.

Contudo, é preciso encontrar a ordem certa de prioridades: primeiro a palavra e depois o pão. Por isso, Jesus jejuou. O jejum é a renúncia espontânea ao legítimo direito de se alimentar, numa demonstração de que a vida espiritual é prioritária.

Se Jesus jejuou, nós precisamos fazer o mesmo. Ele não o fez apenas por algumas horas, mas por muitos dias. Nem todos têm condições de jejuar por tanto tempo, mas o certo é que devemos fazer investimentos significativos na nossa vida espiritual, respeitando as limitações individuais. Algumas pessoas estão impossibilitadas de fazê-lo, por questões de saúde. Entretanto, os cristãos que, podendo jejuar, não o fazem, evidenciam ignorância ou, talvez, desinteresse por uma prática de grande valor diante de Deus e uma arma contra o mal.

Depois dos quarenta dias, veio Satanás tentando colocar o foco de Jesus no alimento físico e na vida terrena, como se ele precisasse obter pão a qualquer custo e imediatamente. Ainda que Jesus tivesse uma fome mortal, ele não morreria, a não ser que uma palavra do Pai o permitisse. O inimigo deseja que estejamos totalmente ocupados e preocupados com a vida física, de modo que todos os nossos recursos, tempo e energia sejam direcionados para o que é terreno.

Alimento e vida estão diretamente relacionados. Assim como o nosso corpo precisa do alimento para viver e funcionar plenamente, assim acontece com o nosso espírito. A palavra de Deus traz sustento espiritual. Ela nos renova, fortalece e capacita para fazermos a vontade do Senhor. Notamos, portanto, quão importante é a leitura e o estudo da bíblia para todo aquele que já foi vivificado e salvo pelo Senhor Jesus.

O texto diz: "toda palavra que sai da boca de Deus". É dela que necessitamos. Contudo, muitas palavras chegam aos nossos ouvidos e elas provêm de outras origens. São dogmas, falsas doutrinas, orientações religiosas, tradições ou, simplesmente, conceitos mundanos. Esse é um tipo de alimento que não sai da boca de Deus, podendo, pois, ser prejudicial. Quando somos leitores e estudantes das Sagradas Escrituras, estamos prontos para julgar todos os demais ensinamentos que chegam a nós. Foi o que Jesus fez em relação às palavras do tentador.

Após o fracasso da proposta referente aos pães, o inimigo mudou de estratégia. Tendo Cristo citado a importância da palavra de Deus, a segunda tentação foi idealizada a partir de um texto bíblico, procurando motivar uma falsa espiritualidade:

"E disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra" (Mt.4.11).

Seria aquela palavra, citação do Salmo 91.11, um alimento aceitável para Cristo? Não. O inimigo inseriu ali um pouco do seu veneno. Ele distorce as Escrituras para enganar e destruir. Por isso, o simples fato de alguém conhecer a bíblia e citar seus versículos não nos deve impressionar, como se isto bastasse para garantir a confiabilidade da pessoa.

Vemos ali as palavras de Deus na boca do Diabo. Contudo, Jesus disse: "... toda palavra que SAI da boca de Deus." Nossa vida espiritual não se fundamenta apenas na palavra escrita, mas na palavra falada por Deus; Não apenas na letra, mas no Espírito (IICo.3.6). Isto pressupõe uma experiência viva com o Senhor, como aquela que Cristo teve no batismo (Mt.3.16-17) e também no início do capítulo 4, mostrando que o Pai e o Espírito Santo estavam presentes e participavam da vida de Jesus.

A bíblia é de fundamental importância, mas não por si mesma, não isolada, como se fosse um livro mágico ou um amuleto. Não basta deixá-la aberta sobre a mesa, como se isso espantasse os maus espíritos ou pudesse trazer alguma bênção. Seus versículos não são fórmulas místicas e automáticas. Não se deve tentar usar a palavra de Deus sem Deus ou sem um compromisso com ele. O resultado pode ser uma experiência com Satanás. Muitas religiões usam a bíblia, mas isso não significa que Deus tenha ali alguma participação.

Da mesma forma, alguns estudam a teologia, mas não experimentam a ação de Deus em suas vidas. É como o filho que lê e coleciona as cartas do pai, mas nunca o viu nem o conhece; ou semelhante a alguém que estuda a fórmula do chocolate, mas nunca o experimentou.

Diante daquela proposta satânica baseada na bíblia, Jesus respondeu: "Também está escrito: não tentarás o Senhor teu Deus" (Mt.4.7). Note-se que o uso que Satanás faz da bíblia está voltado para o benefício egoísta e a cobrança de respostas divinas imediatas. A ênfase de Jesus sobre a mesma palavra está na questão do relacionamento. Ele mostrou que, embora a palavra de Deus estivesse sendo usada, a atitude não estava coerente com o comportamento de alguém que reconhece o senhorio do Pai. Se ele é o "Senhor teu Deus", nós não estamos em condições de determinar quando ele deve agir ou quando os anjos devem trabalhar.

Na terceira tentação, o Diabo ofereceu os reinos do mundo, com poder, riqueza e glória humana para alimentar o ego de Jesus. Ele ainda faz ofertas desse tipo para todos aqueles que estão ou desejam estar em posição de destaque.

Diante de tantas estratégias malignas, como venceremos? Alimentando o nosso espírito com a palavra de Deus, tendo também um compromisso vivo com ele, aliando conhecimento e prática, através da obediência. Precisamos conhecer a bíblia e ter também uma experiência pessoal com Jesus Cristo, recebendo-o como Salvador e Senhor. Caso contrário, faremos mau uso das Escrituras. Além disso, o propósito da nossa vida deve ser a glorificação de Deus e não do nosso próprio nome. Vivemos para estabelecer o reino dele e não o nosso. Estas foram as diretrizes do ministério e da vida do Senhor Jesus. Por isso, ele venceu o tentador em todos os aspectos.


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Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor
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Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 14:56
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20/01/2008


Mensagem de Fé

As Tentações de Cristo - 1

Prof. Anísio Renato de Andrade


Antes de começar seu ministério terreno, Jesus foi batizado no rio Jordão. Ao sair da água, desceu sobre ele o Espírito Santo e ouviu-se a voz do Pai que dizia: "Este é o meu filho amado, em quem me comprazo" (Mt.3.17). Aquele texto mostra a trindade reunida.

Depois da imersão na água, Cristo enfrentaria a areia seca e o sol escaldante. Após a experiência maravilhosa com o Pai, Jesus precisava ter um encontro com o inimigo. Foi então para o deserto (Mt.4.1), onde jejuou durante quarenta dias. Da mesma forma acontece conosco. Além dos momentos gratificantes, de regozijo e tranqüilidade, temos também os tempos de provação. Vivemos com Deus, mas enfrentamos o Diabo constantemente. Não podemos nos esquivar do confronto. Afinal, devemos estar preparados, como soldados, para o combate. Situações boas e ruins se revezam em nossas vidas, e não devemos estranhar que isto aconteça.

Após o jejum, o Diabo aparece. É algo estranho para nós, principalmente porque desejamos resultados positivos e imediatos nos nossos jejuns. Algumas pessoas usam a abstinência alimentar como se fosse moeda para negociar com Deus. Imaginam que o jejum possa criar direitos a serem exigidos (Is.58.3). Pelo contrário, esse deve ser um ato de renúncia, consagração, humilhação pessoal e culto a Deus, sem que se espere algo em troca.

Veio então Satanás com o propósito de impedir a obra de Cristo na terra. Esta era uma de suas intenções. Ele não pode destruir diretamente nenhum dos filhos de Deus, mas, através das tentações, procura levar-nos à auto-destruição. Além disso, o seu desejo é afrontar Deus, usurpando autoridade e adoração.

Assim, ele chega e diz: "Se tu és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães." (Mt.4.3). Lembremos-nos que, no batismo, o Pai declarou a filiação divina de Cristo. Portanto, após a proclamação da palavra de Deus, vem a palavra de Satanás para questionar e contradizer. O mesmo aconteceu no jardim do Éden. Deus deu claras instruções para Adão e Eva. Depois, veio a serpente para falar algo diferente. Hoje, também somos bombardeados por opiniões, conceitos, sugestões e conselhos que tentam conduzir a nossa vida por caminhos diferentes da orientação celestial.

Temos tantas palavras de Deus a nosso respeito, na bíblia e fora dela. São profecias e promessas, por meio das quais o Senhor declara a nossa condição de filhos. Temos ainda o testemunho do Espírito Santo em nossos corações (Rm.8.14-17). Contudo, Satanás nos ataca com suas palavras malignas: "Se tu és filho de Deus..."

A conjunção "se" pode sugerir uma dúvida. Jesus nunca duvidaria de sua condição de filho, mas nós podemos viver momentos de incerteza, se nos deixarmos levar pela linha de raciocínio do inimigo. Para isso, ele pode usar pessoas que questionam a nossa fé, de maneira crítica e destrutiva. Isto aconteceu também quando Cristo estava na cruz (Mt.27.40). Para o povo daquela época, não parecia lógico que alguém que se dizia filho de Deus pudesse sofrer e morrer.

Mas, quais são as verdadeiras evidências da nossa filiação divina? Alguns cristãos imaginam que, por serem filhos de Deus, têm direitos materiais adquiridos, devendo ser ricos, sempre saudáveis e imunes ao sofrimento. Tais expectativas são ilusões anti-bíblicas. Se aceitarmos esse tipo de doutrina, poderemos questionar nossa adoção espiritual diante das dificuldades que nos acometem. A bíblia não prometeu uma vida fácil e sempre agradável para os filhos de Deus. É certo que teremos vitórias, mas, para isso, haveremos de enfrentar muitas lutas nas mais diversas áreas (João 16.33). Algumas adversidades terminam e outras começam. Só deixarão de existir quando entrarmos na glória celestial.

A frase satânica parece ter um tom sarcástico. É como se ele dissesse: "Se tu és filho de Deus, por quê estás com fome? Por quê estás sem comida? Só te restam estas pedras"? Aquela condição de escassez não alterava em nada a posição espiritual de Cristo ou sua identidade.

O que garante que nós também somos filhos de Deus? É o fato de termos sido adotados por ele. Éramos, por natureza, filhos do diabo (João 8.44), filhos da desobediência (Ef.2.2), filhos da ira (Ef.2.3). Contudo, quando recebemos o Senhor Jesus como nosso Salvador pessoal, tornamo-nos filhos de Deus (João 1.11-12; I João 5.1). Este é um fato consumado que conhecemos através da bíblia e apropriamos quando cremos. O inimigo tenta plantar a dúvida em nossos corações, mas devemos proclamar a palavra de Deus, que é o combustível da nossa fé. Não é a vultosa conta bancária que testifica que somos filhos, mas é o que Deus disse a nosso respeito nas Sagradas Escrituras. Sabemos que somos filhos do Senhor (I João 3.1-2), e isto não depende das circunstâncias, dos sentimentos, das emoções, ou das posses materiais.

O pai dá boas dádivas aos filhos (Mt.7.9-11), mas a filiação também não depende disso. Não devemos duvidar da nossa condição espiritual pelo fato de Deus não nos ter dado alguma coisa que lhe pedimos. Satanás disse: "Se tu és filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães". Jesus não precisava fazer milagres para provar nada ao Diabo. Nós também não precisamos ficar preocupados em oferecer esse tipo de prova para aqueles que nos rodeiam. Uma manifestação de poder não constituiría prova suficiente. Havia outras evidências muito mais contundentes e valiosas.

O filho tem a natureza do pai. Ele se parece com o pai. A vida e o caráter de Jesus eram os maiores testemunhos de que ele era e é o Filho de Deus. Da mesma forma, nosso vínculo com o Senhor deve ser demonstrado através do nosso caráter e da nossa vida, sendo imitadores do Pai, manifestando sua natureza e suas virtudes através das nossas palavras e ações (Ef.5.1; II Pd.14; Gal.5.22).

Acolher a dúvida pode ser o primeiro passo em direção ao abismo. O inimigo, que jamais poderá ser filho de Deus, quer minar a nossa fé, fazendo-nos desviar do caminho que o Senhor traçou para nós. A resposta de Jesus foi uma citação bíblica: "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Dt.8.3). Nós também precisamos estar cheios da palavra de Deus, pois ela é uma das armas que usaremos nos confrontos com o adversário. Assim, não ficaremos mudos diante dele. Jesus venceu e nós podemos vencer também porque "em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou" (Rm.8.37).

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 12:54
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19/01/2008


Como Evitar o Esfriamento

E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. S. Mat. 24:12 e 13.

Em 1776, James Cook, famoso explorador e capitão da marinha britânica, foi encarregado por seu país de liderar uma expedição com o fim de verificar se havia mesmo ou não uma passagem navegável entre os oceanos Atlântico e Pacífico, via costa norte do Canadá. A expedição zarpou de Plymouth, Inglaterra, no dia 12 de julho de 1776. Entre seus integrantes estava o Dr. Solander, um naturalista sueco, cuja responsabilidade era fazer observações científicas da flora e fauna encontradas ao longo do caminho.

No outono de 1779, a expedição pesquisou a área em torno do Estreito de Bering. Ali um grupo, sob o comando do tenente Hodder, e incluindo o Dr. Solander, armou um acampamento e dirigiu-se para o interior. Uma prematura tempestade de inverno apanhou de surpresa aqueles homens longe do acampamento, ameaçando-os de morrerem congelados. Devido à sua experiência com temperaturas baixas em seu país natal, a Suécia, o Dr. Solander reuniu os homens e advertiu-os acerca dos perigos da hipotermia.

- Precisamos resolutamente voltar ao acampamento sem uma única parada - disse ele. - Nosso grande perigo é adormecer e não acordar nunca mais.

- Mas acho que ficaremos terrivelmente cansados - comentou Hodder.

- É lógico que vamos ficar - disse Solander. - Quando o sangue começar a esfriar, os homens implorarão um pouco de descanso. Não permita que se detenham uma só vez. Incite-os com golpes, com baionetas, se for preciso. Ceder ao desejo de dormir será fatal.
Os membros do grupo de Hodder atenderam à admoestação do doutor e voltaram ao acampamento sem perder um homem.
Jesus advertiu-nos de que, ao aproximar-se o fim dos tempos, a iniqüidade aumentaria e o amor de muitos de Seus seguidores ficaria frio, ao assimilarem o espírito do mundo ao seu redor. Vemos que isso ocorre hoje: cristãos adormecendo enquanto se conformam mais e mais com o mundo.

O que podemos fazer individualmente para evitar esse fim triste? Resolutamente encaminhar-nos para Sião, enquanto animamos outros ao longo do caminho por nosso exemplo.

 

 

Apanhado o Verdadeiro Rebelde

Exaltado seja o Deus de minha salvação! o Deus que por mim tomou vingança...; o Deus que me livrou dos meus inimigos; sim, Tu que me exaltaste acima dos meus adversários, e me livraste do homem violento. Sal. 18:46-48.

Na segunda metade do século dezesseis, na Escócia, John Welsh (ou Welsche), pregador e genro do reformador escocês John Knox, foi perseguido implacavelmente por aqueles que desejavam tirar-lhe a vida. Durante longo tempo ele conseguiu escapar de seus perseguidores, mas por fim parecia não haver lugar seguro onde esconder-se. Ele orou e creu que Deus lhe mostraria um plano para despistar os inimigos.

Naquela noite, Welsh bateu à porta de um homem bem conhecido por sua feroz oposição aos assim-chamados "pregadores do campo", um homem que procurara prender Welsh mas nunca o havia encontrado. Não reconhecido pelo dono da casa, Welsh foi recebido com bondade. Durante a noite, a conversa chegou ao odiado Welsh. O anfitrião queixou-se amargamente de não ter conseguido capturar esse homem que ele considerava um rebelde e agente de Satanás.

 

 

Medo de Cair

Ora, Aquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da Sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. S. Judas 24 e 25.

Aninhado num penhasco de cem metros de altura, em Portugal, encontra-se um velho mosteiro. Em 1946, meus pais visitaram aquela impressionante estrutura enquanto esperavam vistos de entrada para Moçambique, então uma colônia portuguesa. Para chegar ao topo, mamãe e papai tiveram de ser amarrados a uma grande cesta de vime. Vários monges os içaram por uma roldana e uma corda presa à cesta.

Conta-se que uma vez um turista, tendo-se acomodado confortavelmente na tal cesta para o precário passeio, perguntou a um dos monges com que freqüência a corda era substituída. "Toda vez que ela se rompe", respondeu o monge.

Se nossa vida depende de algo ou de alguém, queremos ter a certeza de que essa pessoa ou coisa não nos vai deixar "cair" num momento crítico. Assim é a nossa natureza.

Nada de origem humana poderá manter-nos em pé para sempre. Mas no âmbito espiritual há Um que pode, se Lho permitirmos. A promessa é segura: "O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo de ti estende os braços eternos." Deut. 33:27.




- Fui encarregado - disse Welsh - de capturar essas pessoas. Eu sei onde Welsh vai pregar amanhã. Se o senhor quiser, posso colocá-lo em suas mãos.

- Nada me daria mais prazer - disse o dono da casa.

No dia seguinte, Welsh e seu anfitrião caminharam até o lugar onde os fiéis haviam combinado reunir-se. Welsh convidou seu anfitrião a sentar-se na única cadeira disponível - uma cadeira que Welsh havia providenciado especialmente para ele. Então começou a pregar acerca do amor de Deus pelos pecadores. Falou com um poder tão persuasivo e tocante, que o coração de seu inimigo se comoveu.
No encerramento da reunião, Welsh disse:

- Senhor, eu sou Welsh. Leve-me e prenda-me, e faça o que bem quiser.

Seu ex-inimigo, agora amigo e converso, recusou!

"Quando, com fé, lançarmos mão de Sua força, Ele mudará, mudará maravilhosamente, a mais desesperançada e desanimadora das perspectivas. Ele o fará para a glória de Seu nome. Deus pede aos Seus fiéis, aos que nEle crêem, que falem de ânimo aos incrédulos e desesperançados." - Serviço Cristão, pág. 234.

Essas palavras devem encorajar-nos quando as perspectivas parecem sombrias.

 

 

 

O Príncipe da Paz

Porque um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isa. 9:6.

Jesus é muitas vezes chamado o Príncipe da Paz, mas incontáveis guerras têm sido paradoxalmente travadas em Seu nome durante os últimos dois mil anos.

Havia uma estrela de prata pendurada na Igreja da Natividade, em Belém, sobre o suposto local do nascimento de Jesus. Visitei essa gruta em 1959, quando participei de uma excursão pelas terras bíblicas. Vi uma estrela feita no chão, sob a manjedoura. Mas não pude ver nenhuma estrela de prata pendurada. Mais tarde fiquei sabendo que havia uma estrela, sim, mas que havia sido removida uns cem anos antes.

Em 1853 aquela estrela se havia tornado o foco de uma discussão que causou, em pouco tempo, a Guerra da Criméia. Tudo começou quando um clérigo da Igreja Ortodoxa Oriental decidiu substituir a estrela por uma outra da própria igreja. O clérigo do rito latino discordou. O primeiro era apoiado pela Rússia: o segundo, pela França. Quando a Turquia se colocou ao lado da França, a Rússia foi à guerra contra a Turquia. A França, a Grã-Bretanha e a Sardenha, por sua vez, declararam guerra contra a Rússia. A guerra durou três longos anos e resultou em dezenas de milhares de soldados mortos e feridos. Por fim, os aliados venceram. O lado irônico do fato é que a estrela de prata, o centro da contenda, foi retirada permanentemente dois anos depois da guerra, mas deixou um legado de má vontade que durou muito tempo.

Você já parou para pensar por que Cristo tem sido tão freqüentemente ligado à guerra e ao derramamento de sangue, quando Ele é o Príncipe da Paz? Não é Cristo que causa essas guerras. Elas são causadas por indivíduos que professam ser Seus seguidores (ver S. Tiago 4:1 e 2), mas aparentemente nunca experimentaram, e portanto não revelam por suas ações, a paz da qual Jesus é o príncipe (ver S. João 16:33).

Esta é a época do ano em que os pensamentos de muitos se voltam para o nascimento do Príncipe da Paz. Que seja também o tempo em que os seus e os meus pensamentos se voltem para Ele. Que Jesus nasça outra vez no seu coração e que você experimente sempre a paz que Ele oferece - a paz "que excede todo o entendimento". Filip. 4:7.

 




Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 17:12
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O Milagre da Vida

Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.

Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe.
Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações.
Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.
Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.
Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana.
Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais:
"Preparem-se para o pior. Há poucas esperanças".
Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral.
Alguns dias antes estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê.
Hoje, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
"Eu quero cantar pra ela", ele dizia.
A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI.
Entretanto, Karen decidiu.
Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito.
Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.
Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"
Então ela levou Michael até a incubadora.
Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida.
Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha:
"Você é o meu sol, o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..." (Sunshine)

Nesse momento, o bebê pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou.
Karen encorajou Michael a continuar cantando.
"Você não sabe, querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..."
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebe foi se tornando suave.
"Continue,querido!", pediu Karen, emocionada.
"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços...
" O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael.
" A enfermeira começou a chorar.
"Você é o meu sol,o meu único sol.
Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

O Woman's Day Magazine chamou essa história de O milagre da canção de um irmão. Os médicos chamaram simplesmente de milagre.
Karen chamou de milagre do amor de Deus. Nós estamos chamando de O Milagre da Vida...

NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA. O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.
AME ACIMA DE QUALQUER COISA. ORE,
CANTE... E NÃO SE ESQUEÇA... SORRIA !!!

 

Coragem Diante da Derrota

Tendo ali [em Roma] os irmãos ouvido notícias nossas, vieram ao nosso encontro até à Praça de Ápio e às Três Vendas. Vendo-os Paulo, e dando por isso graças a Deus, sentiu-se mais animado. Atos 28:15.

Quando Lucas escreveu essas palavras a respeito de Paulo, este se encontrava a caminho de Roma, onde enfrentaria possivelmente a execução pelas mãos de um imperador brutal e excêntrico - Nero. Paulo, contudo, não temia essa possibilidade. Em vez disso, contemplando as primícias de uma abundante colheita de almas, deu graças a Deus e sentiu-se animado.

O mundo necessita de mais almas corajosas como Paulo.
Durante os negros dias de junho de 1940, Winston Churchill, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, voou até à sede temporária do governo francês em Tours e esforçou-se para incentivar seus hesitantes aliados a continuarem a resistência contra o holocausto nazista. Seus esforços foram infrutíferos. O exército francês praticamente deixara de existir, o governo estava à beira do colapso e o futuro parecia desesperançadamente negro.

Retornando para a Inglaterra, Churchill relatou ao seu gabinete a gravidade da situação. Não abrandou o quadro, mas concluiu com estas memoráveis palavras: "Nós agora enfrentaremos a Alemanha completamente isolados. Estamos sós." A seguir, olhando desafiadoramente ao seu redor, acrescentou: "Mas para mim isso é até inspirador!" A coragem daquele homem, diante de avassaladoras desvantagens e derrota quase certa, foi contagiosa. Galvanizou o povo britânico levando-o à ação e, como todos sabemos, prosseguiu para a vitória final.

 

 

O Defeito

Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.

Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.

- "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."

- "Por quê?" Perguntou o homem.

- "De que você está envergonhado?"

- "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

- "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou as flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao pote:

- "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa de meu senhor.

Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."

Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde.

Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão ser transformados por Deus para causar beleza. Nas nossas fraquezas o Senhor diz que seremos fortes , portanto vamos deixá-Lo agir com liberdade em nossas vidas para sermos sim transformados a Sua REAL imagem e semelhança .

Deus te abençoe e capacite ..

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 16:54
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18/01/2008


Ecos da Vida

Um filho e um pai caminhavam pela montanha
De repente , o menino cai , se machuca e grita :
- Ai !!!!!!!
Para sua surpresa , escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha :
- Ai !!!!!!!
Curioso o menino pergunta :
- Quem é você ?
E recebe como resposta :
- Quem é você ?
Contrariado grita :
- Seu covarde !
E escuta como resposta :
- Seu covarde !
O menino olha para o pai e pergunta , aflito :
- O que é isso ?
O pai sorri e fala :
- Meu filho , preste atenção .
Então o pai grita em direção à montanha :
 - Eu admiro você !
A voz responde :
- Eu admiro você !
De novo o homem grita :
- Você é um campeão !
A voz responde :
- Você é um campeão !
E o seu pai explica :
- As pessoas chamam isso ECO , mas , na verdade , isso é a VIDA .
A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ , tudo que você DESEJA DE BEM E DE MAU AOS OUTROS , a VIDA lhe devolverá toda a BLASFÊMIA , INVEJA , INCOMPREENSÃO , FALTA DE HONESTIDADE que você desejou , praguejou às pessoas que lhe cercam como por exemplo o que muitos pais dizem à seus filhos VOCÊ NÃO VAI SER NADA NESTA VIDA , o poder da palavra de um pai sobre um filho é muito grande e repare à sua volta , muitos fazem isto.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações .
Se você quer mais AMOR , COMPREENSÃO , SUCESSO , HARMONIA , FELICIDADE , crie mais AMOR , COMPREENSÃO , HARMONIA , no seu coração .
Se agir assim , a VIDA lhe dará FELICIDADE , SUCESSO , AMOR das pessoas que lhe cercam .

REFLITA ......... e melhore sua vida enquanto há tempo , crie bons Ecos em sua vida e à sua volta , fale somente palavras que tragam Vida e não morte.

 

 

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 18:55
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16/01/2008


Deus Ainda Fala com as Pessoas

Um Jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira. O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as
pessoas?".

Após a pregação ele saiu para um lanche com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa.

Sentado no seu carro, ele começou a pedir " Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo" .

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite". Ele balançou a cabeça e falou alto "Deus é o Senhor? ". Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento "compre um galão de leite".

O jovem pensou em Samuel e em como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Ele. "Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite".

Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele ainda poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.

Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.

Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto "Muito bem, Deus. Eu farei".
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.

Ele brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura."

Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?". Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.

Finalmente, ele abriu a porta, "Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui".

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.

A voz de um homem soou alto: "Quem está aí? O que você quer?". A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira. "O que é? ".

O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês". O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.

Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando "Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite".

Sua esposa gritou lá da cozinha: "Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.

Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.
Agora, um simples teste para você: Se você acredita em instintos verdadeiros, copie esta mensagem e mande para todos os seus amigos.

Você tem 24h por dia, gasta com muitas coisas. Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?

 

 

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 13:25
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15/01/2008


Coisas de Deus

Tudo o que Deus faz é bom !

 Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não  acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito
que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:

 -- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom !
 Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu
matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.
 O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu
servo, perguntou a este:

 -- E agora, o que você me diz? Deus e bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu
dedo.
 O servo respondeu:

 -- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
 O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.

 Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.

 Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de jubilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:

 -- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso!
 .......Falta-lhe um dedo!"

 E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença.
 Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:

 -- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida:

 Se Deus e tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? ....Logo você, que tanto O defendeu!?
 O servo sorriu e disse:

 -- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta
dedo algum!

 

 

 

 

 

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 14:47
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13/01/2008


OI tudo bem eu me chamo Valmir Ribeiro de Sena

 

 

Tenho dois irmãos chamados Carlos e Marcos

 

 

Minha mã e se chama Terla e meu pai s chama Valmir.

Aqui cotarei as minhas esperiencias....

ESTOU BUSCANDO A JESUS!!!!!!!!!!!!!!!

  0001k5gr

Salmo 23

O Senhor é o meu pastor,
por isso nada me faltará.
Faz-me descansar em verdes pastagens.
Guia-me calmamente até ribeiros tranquilos.
Dá novas forças à minha alma.
Conduz-me pelos caminhos da justiça,
para que eu honre o seu nome.

Mesmo quando andar
pelo escuro desfiladeiro da morte,
não terei medo,
porque tu estarás comigo.
A tua vara e o teu cajado
me amparam.

Dá-me uma comida maravilhosa,
mesmo na presença dos meus inimigos.
Unge a minha cabeça com óleo.
Enche-me de abundantes bênçãos,
como uma taça a transbordar.
Sem dúvida que a tua bondade e a tua misericórdia
hão de me acompanhar
em todos os dias da minha vida,
e habitarei
na tua casa
para sempre.

E dessa forma todos os dias escreverei mensagens da Bíblia para vc refletir sobre elas!!!!

Até a proxima!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 

 

 

 

Escrito por Eu sou o que sou!!!!!!!!!!!!!! às 15:52
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